Cruz Vermelha

quarta-feira, 7 de outubro de 2009 às 18:57
Estou aqui, arrumando as malas para a próxima. Como havia prometido a vários posts atrás, hoje vou dizer o que sempre levo e considero indispensável em uma viagem quando o assunto se refere a medicamentos e assemelhados.

Primeiramente: não banque o irresponsável. Não é porque um amigo falou que é bom ou porque você leu em um blog por aí que "tal" remédio é bom que você vai enfiar a cara nele. Ao invés de parecer ser uma solução, pode se tornar uma dor de cabeça em um país em que as pessoas não falam sua língua, ou nem você a delas. Escutem a voz da experiência... Isso já aconteceu comigo no Chile (outro dia conto).

Seguro de saúde? In-dis-pen-sá-vel. Ao fazer uma viagem, já tome em consideração o preço do seguro de saúde. "Ah, tá caro, não vou fazer...". Ah, não? Então não viaje! Ou corra o risco de gastar 10, 20 vezes mais caso precise de algo. Dica: quase todos os cartões de crédito, quando usados para adquirir integralmente a passagem, expedem o seguro de saúde. Entre em contato com sua administradora de cartões. Do contrário, vá a alguma agência de viagem e providencie por sua própria conta. Quando viajo de milhas, sempre vou à Tam Viagens para fazer meu seguro.

Três: toma algum remédio de uso contínuo? Então pode providenciar uma receita médica com a descrição da substância, a quantidade e quantas vezes ao dia para que você não tenha a surpresa de tê-lo barrado quando da entrada ou saída de algum país.


E no mais? Bom, no mais, faça sua própria "farmacinha". Sempre levo o seguinte: um remédio para minimizar os efeitos da gripe (no meu caso, me dou bem com o Resfenol), um "engana-gripe" (Aspirina C-Efervescente), um antinflamatório, um antitérmico, um analgésico, algum medicamento tópico para dores musculares, já que caminhar muito pode ter seu preço (Cataflan, ou seus genéricos, podem ser bastante úteis), Band-Aid, anti-histamínico (preferencialmente algum que você já tenha alguma familiaridade), algum remédio para possíveis dores de garganta/faringite (gosto do Flogoral), para enjoo (prefiro o Plasil, que não dá sono), algo para aftas, sobretudo se você já tem tendência ou vai para locais cujos hábitos alimentares são muito diversos do seu natal (Omcilon Orabase), um para dores abdominais (Buscopan, que nos países vizinhos pode ser encontrado com o nome de Buscopina) e, acreditem, Hypoglós (que é ótimo para aqueles que, dormindo pouco, acordam parecendo um urso panda de tanta olheira: nada como passar um pouquinho debaixo dos olhos antes de dormir e acordar no outro dia parecendo que dormiu uma eternidade; afinal, quem quer sair com cara de cansado nas fotos?).

Bom, acho que é "só"...

Será que eu sou hipocondríaco!? Ou só precavido? Ou os dois?

2 comentários

  1. (Milla) Says:

    Maissss precavido e MUITO MAISSSSSSSSSSSS hipocondríaco!!!
    KKKKK
    Pra onde "parte" dessa vez???
    Bjus!!!

  2. Júnior Lima Says:

    Hipocondríaco? "Não", claro que não... Agora, com essa "farmácia ambulante", há grande possibilidade de Vossa Excelencia realmente ser barrado na alfândega...
    Rssssssssss

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